Professores reunidos na Praça Rui Barbosa em protesto (Foto: Notícias de Ubatã)
A greve dos professores da rede municipal de ensino completou 36 dias nesta quarta (17). A greve foi deflagrada oficialmente no dia 12 de setembro após uma assembléia realizada pela APLB/Sindicato no Centro Cívico do Colégio Estadual de Ubatã. Na oportunidade, a maioria dos servidores votaram em favor da greve.
Durante esse período, os professores realizarão diversas manifestações, como por exemplo, o "enterro de Ubatã", realizado no dia 17 de setembro. Os servidores reivindicam o pagamento do mês de agosto a todos os servidores, pagamento do Piso Nacional da Educação e a melhoria na estrutura das escolas, algumas delas estão sem aulas desde junho por falta de condições m´nimas para o funcionamento.
Durante o período de greve, o executivo teve a mudança de gestão do ex-prefeito Edson Neves para a prefeita em exercício Cássia Mascarenhas. A APLB está organizando uma ação no Ministério Público Federal (MPF) para assegurar o pagamento dos servidores, bem como uma investigação nas contas do Fundeb municipal. Segundo o sindicato, há repasses de verbas do Fundeb para empresas de finalidade fora da educação.
Redação Notícias de Ubatã