
Edivaldo afirmou que continuará em Barra do Rocha (Foto: Giro)
Um bando de
aproximadamente 100 ciganos levantou acampamento de Barra do Rocha tomando rumo
ignorado. O motivo da precipitada diáspora foi o duplo homicídio cometido por
um deles, de prenome Joelson, tendo como vitimas os cidadãos Elder Moraes e
Vilson Rodrigues. O assassino supunha ter sido Elder o responsável pela morte
do seu pai, o cigano “Muniz Barreto”, cujo cadáver havia sido localizado, no
final da manhã do mesmo dia, nos arredores da cidade.
Um laudo do Instituto
Medico Legal(IML) de Jequié revelou que Muniz não tinha sido assassinado. O
súbito êxodo não foi compactuado pelo cigano Edvaldo Barreto dos Santos que
exerce mandato de vereador neste município e em momento algum concordou com a
atitude adotada por Joelson, com o qual tem distante parentesco.
Edivaldo afirmou que no momento do assassinato dos dois jovens, ele estava reunido com autoridades no local onde estava o corpo de Muniz. O edil ainda afirmou que na condição de cigano não pode pagar e nem concordar com o erro de outros. "Tenho responsabilidade com meus eleitores, não tenho motivo nenhum para ir morar em outro lugar... No meio do povo
cigano tem gente boa e ruim, como em toda a humanidade", finalizou o edil. (Giro em Ipiaú)