Após receber a denúncia das vítimas, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente pediu à Justiça a prisão preventiva de Cleyson. Uma das obreiras contou que o pastor afirmava que, em devido à sua função, poderia ter o corpo da fiel que desejasse.
A delegada Raquel Sabat afirmou que Souza também dizia ser da polícia e usava um revolver e um distintivo. Ela ainda informou que o acusado responderá pelos crimes de estupro de vulnerável e, caso confirmado o uso do distintivo policial, de falsidade ideológica.
(Rede Brasil de Notícias)