Aconteceu na tarde desta terça (28) uma assembléia na Câmara Municipal com a presença do Sindicalista Joel Câmara, representante da APLB/Sindicato de Salvador, juntamente com a diretoria da APLB local e professores, zeladores e vigilantes. Na assembléia, o sindicato, juntamente com os professores, decidiu pôr fim à greve que durou apenas dois dias.
Na assembléia foi exposto para os servidores o resultado da reunião que os sindicalistas tiveram com o prefeito Edson Neves na manhã desta terça (28), para então decidir pelo fim da greve municipal da educação iniciada ontem.
Na reunião, ficou decidido que o reajuste do piso de 16,34%, devido aos débitos que a PMU possui com salários e fornecedores atrasados, não poderá ser pago em setembro e se acordou que os salários referentes ao mês de agosto terão que ser pagos até o dia 10 de setembro, sob risco de uma nova paralisação. O dia 20 de setembro foi a data estipulada para o início da quitação dos salários atrasados, que na zona rural chega a até 9 meses.
Segundo o sindicalista Joel, o prefeito Edson Neves teria afirmado na reunião da manhã desta terça que o motivo do atraso salarial foi uma verba no valor de 500 mil que teria sido desviada na gestão Cássia Mascarenhas.
Redação Notícias de Ubatã