Orelhões sem funcionar- Foto: Arnor Silva
"Fora de Operação", esta é a frase que aparece nos dois únicos orelhões que ainda estão "de pé" na cidade Ubatã. Um fica localizado no 4° Pelotão de Polícia Militar e o outro próximo a uma empresa de venda de botijões. Basta andar pelas ruas, para constatar a má conservação dos aparelhos de telefones públicos (Orelhões), seja devido aos atos de vandalismo, seja pelo desgaste causado pelo tempo e pela escassez de reparos por parte da empresa responsável.
Com a chegada dos sistemas de telefonia móvel os orelhões andaram meio esquecidos, porém é lei a existência e o bom funcionamento deles na cidade.
De acordo com o Plano Geral de Metas para Universalização (PMGU) toda localidade com mais de 300 habitantes tem que ter, pelo menos três orelhões para cada mil habitantes. E desse total, 2% dos telefones públicos têm que ser adaptados para portadores de necessidades especiais.
Visto isso, a situação da cidade de Ubatã está longe de estar dentro das normas e padrões estabelecidos em lei. Os usuários que estiverem se sentindo lesados, podem ligar para o número 133 da Anatel e registrar reclamações, denúncias e sugestões.
Redação Notícias de Ubatã
Redação Notícias de Ubatã
