No último domingo (22/07), foi
noticiada nos blogs Cajazeira em Foco e Dário Meira, a informação de que soro glicosado
com prazo de validade vencido teria sido ministrado a um paciente, no Hospital
Otto Alencar. Além da internet, a informação entrou em pauta na emissora de
rádio local, Cajazeira FM. Tal notícia gerou o pânico na nossa comunidade. O
questionamento acerca da eficácia e da competência do nosso serviço básico de
saúde virou a preocupação coletiva.
Agora, nos é de obrigação, atentar o nosso povo sobre a veracidade do texto publicado. Pois, a análise minuciosa do teor da noticia, nos revela que o fato apresentado beira o fantasioso, ou melhor dizendo, nada mais é do que uma grande mentira.
Agora, nos é de obrigação, atentar o nosso povo sobre a veracidade do texto publicado. Pois, a análise minuciosa do teor da noticia, nos revela que o fato apresentado beira o fantasioso, ou melhor dizendo, nada mais é do que uma grande mentira.
Vejamos então o que diz o
mencionado texto:
Comecemos a verificar cada uma
das mentiras que compõem a notícia:
·
O hospital Otto Alencar está fechado para
reforma desde o último dia 19, portanto o paciente não poderia ter sido
atendido lá no dia 21;
·
A imagem que ilustra a matéria mostra um soro
lacrado. Um soro uma vez aberto e ministrado ao paciente não pode novamente ser
fechado;
·
A marca do soro mostrada, “Segmenta”, não
corresponde à marca adquirida pela Secretaria de Saúde, em fornecedor único e
licitado.
Temos em mãos documentos comprobatórios
do que dizemos. Há declaração do fornecedor e notas fiscais que comprovam que a
marca utilizada em nossas unidades de saúde difere da marca que os caluniadores
apresentam e que as soluções de soro, fornecidas mensalmente, são entregues com
extenso prazo de validade. Além de declaração da vigilância sanitária atestando
que, em suas vistorias, jamais encontrou soro glicosado com prazo de validade
expirado.
Com todas estas provas reunidas,
representante da Secretaria Municipal de Saúde já se encaminhou às autoridades
policias que deram inicio ao inquérito investigativo e já identificaram os
autores da notícia. Agora o caso tramitará judicialmente e os autores Bruno
Lima, diretor da Cajazeira FM, e Robério Sousa, presidente da emissora de
rádio, terão que comprovar o que disseram ou então terão que arcar com todas as
sanções.
Pois bem, cidadão dariomeirense,
pessoas que se denominam jornalistas de credibilidade, formadores de notícias
sérias, agem de maneira vil e incoerente com todos os códigos de ética. Agem de
maneira parcial e motivados por questões políticas.
O que queremos mostrar a todos é
que informações caluniosas e irresponsáveis podem ter conseqüências
gravíssimas. A notícia ultrapassou as fronteiras do nosso município. E os
responsáveis precisam ser punidos. Exigimos retratação pública imediata.

