Ubatã: Desproporção entre as eleitoras e as eleitas

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Lúcia. Helena -  Nalvinha R. -  Cássia M. -  Simeia Queiroz
Na Bahia, o eleitorado é composto majoritariamente por mulheres, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dos mais de onze milhões de eleitores aptos a dar seus votos no estado, o sexo feminino corresponde a 52%.

Na última eleição brasileira (2020), o eleitorado ubatense com pouco mais de 12 mil aptos, o sexo feminino avança ainda mais que a média brasileira com 54% versus 46% dos homens que votam em Ubatã. Essa realidade não se reflete na representatividade no Poder Legislativo brasileiro, tampouco no município de Ubatã. 
No mandato de 1977 a 1982, os eleitores ubatenses elegeram a primeira mulher ao legislativo, Lúcia Helena Ribeiro (hoje Promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia, aposentada), 22 anos depois da emancipação política do município.

A partir dai mais algumas mulheres conseguiram o feito e, apenas uma, Nalvinha Rigaud, conseguiu ser vereadora por mais de um mandato - três vezes eleita - e outra, Cássia Mascarenhas, presidiu o Legislativo.

A Casa Legislativa de Ubatã teve somente duas mulheres no Plenário numa mesma legislatura: Nalvinha e Jaciara Magalhães e Nalvinha e Rita Falcão. 

Nos 69 anos de emancipação politica e administrativa do município de Ubatã,  apenas nove mulheres conseguiram uma eleição proporcional, mesma sendo a maioria do eleitorado com 6.482 em condições eleitorais de dar um voto e serem votadas.

E no campo Majoritário, duas mulheres administraram o município, sendo uma no sufrágio, reeleita,  e outra pela justiça eleitoral - era presidente da Câmara.(Texto de Wesley Faustino para a Redação Noticias de Ubatã).

 

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