
O mais grave é que, normalmente, nesta época do ano a disseminação da doença é menor, mas em maio último ocorreu elevação de 19% dos casos e, em junho, de 21%, em relação ao mesmo período em 2011. Como agravante, foram detectados perigosos Índices de Infestação Predial (IIP) de larvas do mosquito transmissor, o Aedes aegypti, em várias cidades, e o vírus prevalente este ano é do tipo 4, para o qual os baianos não possuem imunidade.
(A tarde)