Por: Yan Santos
O crime organizado, a barbárie violência vista nas favelas e a falta de punições adequadas, agregada a falta de investimentos em segurança, é uma triste realidade do cotidiano das cidades. Governos, população e ONG’S devem se unir na discussão e elaboração de soluções para reduzir essa situação caótica.A estrutura dos criminosos impressiona a todos que acompanham a realidade dos centros urbanos. A predominância de uma minoria que domina e controla de forma impiedosa as favelas, e agora as ruas, é um fato que deve ser imediatamente amenizado, pois os cidadãos que pagam impostos altíssimos, elegem governantes que “farriam” com o dinheiro público, exigem medidas para dar um “basta” na criminalidade.
Ao assistir aos telejornais, a impressão que se têm é que a mesma notícia passa todos os dias, devido a barbárie violência ter se tornado uma situação corriqueira. Em um país onde se usa tanto o slogan “Segurança Para Todos”, o lógico seria haver presídios suficientes, leis mais rigorosas, projetos mais eficientes de reinclusão dos ex-presidiários na sociedade, instrução ao policiamento, más até o momento, o que se vê são poucas iniciativas.
O que países como Holanda, Noruega e Suíça fizeram é uma atitude que evidencia a importância do investimento em educação, pois estes países apresentaram consideráveis quedas nas taxas de criminalidade, segundo a revista Istoé. Mas seria uma incoerência por a culpa só no governo, a população deve se unir contra o problema. A idéia da busca pelo educação, ainda se mostra capaz de oportunizar um desenvolvimento coletivo e cooperativo nas pessoas.
Percebe-se que a criminalidade, que só aumenta, deve ser combatida por todos. Os governos devem investir em infra-estrutura, aumento do suporte a polícia, mas o povo não deve esperar apenas pelos governantes e buscar a educação e o conhecimento e sempre estar sempre se mobilizando em campanhas e manifestos na interminável luta contra o crime.
