Alencar, que fazia tratamento em casa, deu entrada no hospital por volta das 13h20. De acordo com o boletim enviado pela assessoria de imprensa do Sirio-Libanês, o ex-vice-presidente está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da instituição com quadro de suboclusão intestinal - mesmo problema que o acometeu em novembro.
O ex-vice luta contra um câncer na região abdominal há mais de 13 anos e está sendo acompanhado por uma equipe coordenada pelos médicos Paulo Hoff, Raul Cutait, Roberto Kalil Filho e Paulo Ayroza Galvão.
Na última vez que precisou ser internado, Alencar teve de ser submetido a sessões de hemodiálise e transfusão de sangue após reclamar de "desconforto abdominal". À época, uma tomografia identificou perfurações em seu intestino.
A última aparição pública do ex-vice-presidente aconteceu no aniversário de São Paulo, quando foi homenageado com a Medalha 25 de Janeiro. Na ocasião, Alencar falou sobre sua luta contra o câncer e disse que lutava “para não morrer”. “Ainda não estou bem. Estou bem melhor, mas ainda não estou bem", disse o ex-vice, após ser homenageado.
“Se eu morrer agora vou morrer feliz. A situação não poderia estar melhor para mim. O Brasil inteiro está rezando por mim. Não tem como melhorar”, discursou, antes de seguir para casa, com o aval do hospital – para onde voltaria em fevereiro.(Redebrasildenoticias)
O ex-vice luta contra um câncer na região abdominal há mais de 13 anos e está sendo acompanhado por uma equipe coordenada pelos médicos Paulo Hoff, Raul Cutait, Roberto Kalil Filho e Paulo Ayroza Galvão.
Na última vez que precisou ser internado, Alencar teve de ser submetido a sessões de hemodiálise e transfusão de sangue após reclamar de "desconforto abdominal". À época, uma tomografia identificou perfurações em seu intestino.
A última aparição pública do ex-vice-presidente aconteceu no aniversário de São Paulo, quando foi homenageado com a Medalha 25 de Janeiro. Na ocasião, Alencar falou sobre sua luta contra o câncer e disse que lutava “para não morrer”. “Ainda não estou bem. Estou bem melhor, mas ainda não estou bem", disse o ex-vice, após ser homenageado.
“Se eu morrer agora vou morrer feliz. A situação não poderia estar melhor para mim. O Brasil inteiro está rezando por mim. Não tem como melhorar”, discursou, antes de seguir para casa, com o aval do hospital – para onde voltaria em fevereiro.(Redebrasildenoticias)
